O Monstro das Bolachas

August 4, 2009

Paredes de Coura 2009 – notas

Filed under: Live Music,musica — admin @ 12:27 pm

Isto são apenas notas sobre o que achei mais interessante.

Dia 0:
Sean Riley and the Slowriders – infelizmente só apanhei o final mas pareceu-me bem conseguido.
Strange Boys – Bastante mauzinho
Patrick Wolf – o estereótipo do artista gay, muito voluntarioso e expansivo, grande aparato de guarda-roupa mas :|

Dia 1:
Pains of Being Pure at Heart – boa cena chóninhas, falta enquadramento num festival demasiado generalista como este
The Horrors/ Supergrass – não houve pachorra
Franz Ferdinand – Dificilmente superariam o concerto de 2005 em Algés baseado no 1º album, mas mesmo as novas músicas menos incendiárias, ao vivo têm uma vivacidade que não se encontra no “Tonight”, destaque para o final Electro/Psych Jam com a “Lucid Dreams”

Dia 2:
Blood Red Shoes – têm futuro estes putos, sonoridade algo convencional mas boas canções
Peaches – Zero Musical, espectáculo teatral fraco também.
Nine Inch Nails – não sou fã, nem me tornei depois do concerto, embora reconheça algumas grandes canções (Sin, Head Like a Hole, Hurt) à mistura com cenas industriais/ambientais aborrecidas ou francamente foleiras.

Dia 3:
Foge Foge Bandido – Momentos bons, nota-se que é coisa para um concerto mais longo e em espaço fechado.
The Right-Ons – Muito mau, vim a descobrir que são espanhóis mas com este tipo de som podiam ser de qualquer lugar do mundo, pop/funk bastante básico, cover muito fraquinha da “Waiting for the Man”.
Howling Bells – Teve alguns momentos bons quando entravam guitarras com delays e outros efeitos mas não foi marcante.
Jarvis Cocker – Exercício supremo de showmanship, é verdade que as novas canções não têm o fulgor dos Pulp (há mesmo, *medo*, baladas xaroposas), mas o “Artista é um Bom artista” e ponto final. Não se esqueceu da “Don’t Let Him Waste Your Time” composta para Nancy Sinatra.

The Hives – Já conhecia quase todos os gimmicks do Pelle Alqvist do Alive de 2008. Resume-se a isto:
muita interacção com o público, macacadas e bazófias várias, 2/3 boas canções garage-punk. Em fim de festival resulta lindamente mas nada mais que isso.

Considerações gerais:

Um festival decente vá, num sítio espectacular, uma experiência a repetir™

February 6, 2009

Mogwai @ Aula Magna – 05 Fev 09

Filed under: Live Music,musica — admin @ 1:42 pm

E pronto os pais fundadores do Metal-para-choninhas lá deram mais um recital de distorção e efeitos lindíssimos.
Destaques pessoais:
a música de abertura: I’m Jim Morrison I’m Dead;
Hunted by a Freak;
Sempre brutal Like Herod seguida da malha Batcat;

Setlist:
# i’m jim morrison, i’m dead
# ithica 27ø9
# i love you, i’m going to blow up your school
# summer
# scotland’s shame
# hunted by a freak
# mogwai fear satan
# thank you space expert
# helicon 1
# friend of the night
# like herod
# batcat
encore:
# the precipice
# 2 rights make 1 wrong

August 13, 2008

Magnetic Fields @ Aula Magna – 26 de Junho 2008

Filed under: Live Music,Magnetic Fields,musica — admin @ 4:28 am

Fica aqui só o registo…não há inspiração para grandes considerações
Alinhamento

When I’m Out of Town (The 6ths)
No One Will Ever Love You (69 Love Songs)
California Girls (Distortion)
Walking My Gargoyle (The Gothic Archies)
The Nun’s Litany (Distortion)
I Looked All Over Town (i)
Epitaph For My Heart (69 Love Songs)
I Don’t Believe You (i)
Dreams Anymore
The Little Ukulele
All Dressed Up in Dreams (The 6ths)
Zombie Boy (Distortion)
Papa Was a Rodeo (69 Love Songs)
_
Take Ecstasy With Me (Holiday)
Courtesans (Distortion)
Crows Everywhere (The Gothic Archies)
Too Drunk to Dream (Distortion)
The Book of Love (69 Love Songs)
No River (Future Bible Heroes)
Drive On, Driver (Distortion)
What a Fucking Lovely Day! (Showtunes, Stephin Merritt)
Yeah! Oh, Yeah! (69 Love Songs)
It’s Only Time (i)
_
Three-Way (Distortion)
As You Turn to Go (The 6ths)
Grand Canyon (69 Love Songs)

April 8, 2008

Futilidade do dia

Filed under: Live Music,maldizer — admin @ 3:27 pm

É anunciado mais um nome para o Alive’08: MGMT (nunca ouvi acabo de ler as primeiras referências e são horriveis: Muse e Mew).

Comentário de um fã de RATM no fórum da Blitz: “Pra ir ver RATM é preciso aturar estas bandas indie durante um dia inteiro !? já chega disto !” :P

Eu divirto-me com as angústias dos fãs desse grupo pseudo-marxista, mas partilho delas em sentido inverso.

Senhores da Everything is New (será?), sigam o exemplo do SBSR do ano passado: segmentação de mercado é boa para o público e economicamente viável (isto segundo estudo divulgado ontem pela HenryRollins & Morris Consulting.)

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